Lava Jato denuncia José Serra por lavagem de dinheiro e PF cumpre mandado de busca

A força-tarefa da Operação Lava Jato em São Paulo denunciou o ex-governador José Serra (PSDB) por lavagem de dinheiro e a Polícia Federal faz buscas contra ele em uma nova fase da operação na manhã desta sexta-feira
BRASÍLIA,DF,28.09.2017:SENADO-AFASTAMENTO-AÉCIO - O senador José Serra durante sessão plenária do Senado, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (28), que discute a decisão do Supremo Tribunal Federal de afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG). (Foto: Fátima Meira/Futura Press/Folhapress)
BRASÍLIA,DF,28.09.2017:SENADO-AFASTAMENTO-AÉCIO - O senador José Serra durante sessão plenária do Senado, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (28), que discute a decisão do Supremo Tribunal Federal de afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG). (Foto: Fátima Meira/Futura Press/Folhapress)

Da Redação \ Com G1

A força-tarefa da Operação Lava Jato em São Paulo denunciou o ex-governador José Serra (PSDB) por lavagem de dinheiro e a Polícia Federal faz buscas contra ele em uma nova fase da operação na manhã desta sexta-feira (3)

De acordo com a denúncia, o ex-governador de São Paulo usou seu cargo entre 2006 e 2007 para receber da Odebrecht pagamentos indevidos em troca de benefícios relacionados às obras do Rodoanel Sul.

Segundo a força-tarefa, a empreiteira pagou milhões de reais empreiteira por meio de uma rede de empresas no exterior, para que o real beneficiário dos valores não fosse detectado pelos órgãos de controle.

Ainda de acordo com a operação, as investigações, conduzidas em desdobramento de outras frentes de trabalho da Lava Jato de São Paulo, demonstraram que José Amaro Pinto Ramos e Verônica Serra, que é filha do ex-governador, constituíram empresas no exterior, ocultando seus nomes, e por meio delas receberam os pagamentos que a Odebrecht destinou ao então governador de São Paulo.

Serra e Verônica teriam realizado transferências para dissimular a origem dos valores, e os mantiveram em uma conta de offshore controlada, de maneira oculta, por Verônica Serra até o final de 2014, quando foram transferidos para outra conta de titularidade oculta, na Suíça. O MPF obteve autorização na Justiça Federal para o bloqueio de cerca de R$ 40 milhões em uma conta no país.

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