O Esportes & Notícias teve acesso ao laudo pericial sobre o duplo homicídio ocorrido no dia 23 de novembro deste ano, dentro do Shopping Popular de Cuiabá, em Mato Grosso. As vítimas, identificadas como Gersino Rosa dos Santos, de 43 anos, e Cleyton de Oliveira de Souza Paulino, de 27 anos, foram surpreendidas e não tiveram qualquer chance de defesa.
O laudo pericial realizado no local do crime aponta que Gersino foi atingido por dois tiros, um na região cervical e outro na região orbitária esquerda (cabeça). Cleyton foi atingido por um tiro na região zigomática esquerda (também no crânio).
As lesões encontradas nos corpos das vítimas indicam que os disparos foram feitos a distância e em sentido ascendente. Isso sugere que o autor ou autores do crime estavam atrás das vítimas quando efetuaram os disparos.
Os corpos das vítimas foram encontrados em dois locais diferentes do shopping. Gersino foi encontrado na lateral da loja nº 271, e Cleyton foi encontrado na lateral da loja nº 217.
A distância entre os locais onde os corpos foram encontrados é de cerca de 240 metros. Isso sugere que o autor ou autores do crime fugiram do local após o crime.
Com base nas informações do laudo pericial, é possível traçar a seguinte dinâmica do crime:
- Gersino e Cleyton estavam no interior do shopping quando foram surpreendidos por um ou mais indivíduos armados.
- O autor ou autores do crime efetuaram disparos contra as vítimas, atingindo-as na cabeça.
- Gersino morreu na hora, atingido por dois tiros.
- Cleyton foi atingido por um tiro e ficou ferido.
- O autor ou autores do crime fugiram do local, deixando Cleyton agonizando.
Cleiton ainda tentou se levantar após ser atingido, mas caiu novamente e morreu no local.
A polícia ainda não tem pistas do autor ou autores do crime. No entanto, a principal hipótese é que o alvo era Gersino, que era proprietário de uma banca de produtos eletrônicos no shopping.
Cleyton, que era funcionário de outra loja no shopping, pode ter sido atingido por um disparo acidental. O caso continua a ser investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).















