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Influenciadora alvo de operação nega lavagem de dinheiro e diz que divulgar tigrinho não é crime

Não tem nada de lavagem de dinheiro, de negócio criminal, nada disso. É só os jogos mesmo que eu divulgo”, afirmou

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A influencer digitais Lili Vasconcelos, uma das investigadas na Operação Aposta Perdida manifestou-se publicamente na manhã desta quinta-feira (23) após o cumprimento de mandados de busca e apreensão em sua residência em Cuiabá.

Em vídeos publicados em suas redes sociais, ela confirmou que a ação policial ocorreu devido à publicidade de plataformas de apostas. “Acordei com uma operação de polícia aqui em casa. Não é novidade para ninguém que eu divulgo a plataforma de jogos online, né? Mas, graças a Deus, eu pago todos os impostos, tá tudo em dia”, declarou a investigada logo no início de seu pronunciamento.

Durante o desabafo, a influenciadora buscou rebater as suspeitas levantadas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Ela negou veementemente que o patrimônio da família tenha origem ilícita ou que o casal esteja envolvido em atividades de ocultação de bens. “Já vim antecipar porque eu sei que a mídia vai sair falando.

Não tem nada de lavagem de dinheiro, de negócio criminal, nada disso. É só os jogos mesmo que eu divulgo”, afirmou, reforçando ainda que seu companheiro nunca participou da divulgação dessas plataformas.

Sobre o momento da abordagem, a influenciadora relatou que os agentes da Polícia Civil agiram com cautela e profissionalismo. Ela destacou a postura de uma policial feminina que permitiu que ela acalmasse a filha durante os procedimentos. “Trataram a gente super bem, graças a Deus. Tinha uma policial mulher que a todo tempo falava para eu ir lá conversar com a minha filha para ela ficar calma e se arrumar para o jogo dela”, relatou a influenciadora, enfatizando o tratamento humanizado recebido durante a diligência.

Apesar da defesa apresentada pela investigada, a Polícia Civil de Mato Grosso mantém a tese de que o grupo utilizava a promoção desses jogos para movimentar valores ilícitos através de empresas de fachada.

Para as autoridades, a rotina de viagens internacionais de luxo e a posse de veículos importados são incompatíveis com as rendas formais declaradas pelo núcleo familiar. A investigação, que resultou no bloqueio de R$ 10 milhões e no sequestro de veículos como Porsche e BMW, segue apurando se a publicidade servia como mecanismo para a dissimulação de capitais.

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