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Governador promete intervenção no DAE e chama falta de água de “mazela primitiva”

Pivetta ainda disse que não se pode aceitar deforma passiva a falta de água no município que se arrasta por décadas

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O governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou que o Estado está buscando alternativas para enfrentar o problema crônico de abastecimento de água em Várzea Grande. A declaração foi feita durante agenda oficial no município, onde ele destacou a necessidade de intervenção conjunta entre governo estadual e administração municipal para melhorar a operação do Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Segundo o governador, uma visita técnica ao órgão será realizada em conjunto com a prefeita Flávia Moretti (PL) para avaliar de perto a estrutura e os principais gargalos do sistema de abastecimento. Ele também ressaltou que o Estado está em tratativas para destinar recursos que possam reforçar a capacidade operacional do DAE e ampliar o fornecimento de água à população.

“Agora vou no DAE junto com a prefeita para conhecer o DAE, nós vamos entender como é que está a situação do DAE, nós estamos negociando recursos do Estado para ajudar o DAE a fazer o abastecimento para todo o povo de Várzea Grande que ainda sofre dessa mazela primitiva, podemos falar, que é a falta de abastecimento de água”, disse nesta quinta-feira (25).

Pivetta ainda disse que não se pode aceitar deforma passiva a falta de água no município que se arrasta por décadas. O chefe do Executivo revelou que fica comovido com a situação da cidade vizinha da Capital.

“Eu falei que nós não vamos aceitar passivamente mais essa história, não tem como ser mato-grossense, brasileiro mato-grossense, morar ali em Cuiabá, eu moro num belo prédio, eu enxergo toda a cidade de Várzea Grande e saber que desse lado do rio tem gente que não tem abastecimento de água em casa. Isso me deixa realmente comovido e preocupado, porque se o Estado se apresentar para o país ou para o mundo como um Estado desenvolvido, se do lado da capital nós temos uma cidade com 350 mil irmãos e irmãs mato-grossenses que têm necessidades básicas não supridas ainda, passivamente nós não vamos mais assistir essa história, nós vamos agir, agir, agir significa ajudar a fazer ou fazer, porque nós somos do fazimento”, afirmou Pivetta.

 

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