Um funcionário do Grupo Bom Futuro foi preso nesta quinta-feira (13) pela Polícia Civil, suspeito de ter desviado mais de R$ 10 milhões da empresa por meio de um esquema de notas fiscais falsas. O investigado, identificado como Wellington Dantas, trabalhava há mais de uma década no grupo.
Conforme as investigações, o suspeito criava notas fiscais fictícias de transporte de gado em nome de empresas inexistentes. Com isso, o dinheiro era liberado e direcionado para contas controladas por ele. Parte dos valores teria sido usada para a compra de carros de luxo e terrenos.
Em comunicado, o Grupo Bom Futuro afirmou que está colaborando com as autoridades e adotará todas as medidas cabíveis à medida que o caso avança.
A Polícia Civil segue apurando a participação de outras pessoas e a possível extensão do prejuízo. O inquérito continua em andamento para rastrear o destino dos valores e identificar eventuais cúmplices.


















