FMF não indica quarta vaga da Copa do Brasil e União reclama

O União, teria herdado do direito a uma quarta vaga na Copa do Brasil a quando o Cuiabá conquistou o título da Copa Verde diante do Payssandu e, com isso, o direito de só entrar na competição a partir das quartas de final.
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Por Esportes e Notícias

Afinal o União vai ou não ser o quarto representante de Mato Grosso na Copa do Brasil do ano que vem? Diretoria, torcedores e jogadores do principal cube de Rondonópolis vivem o dilema do suspense imposto pela Federação Mato-grossense de Futebol, que deveria ter divulgado o nome na semana passada.

O União, teria herdado do direito a uma quarta vaga na Copa do Brasil a quando o Cuiabá conquistou o título da Copa Verde diante do Payssandu e, com isso, o direito de só entrar na competição a partir das quartas de final.

Na semana passada o Departamento de Futebol da Federação Mato-grossense de Futebol falava que a vaga era, por direito, do União e que não haveria mudanças, embora vários clubes como Mixto, Sinop e Dom Bosco tenha procurado a entidade reivindicando a vaga.

Mas, passada a semana a FMF não enviou para a Confederação Brasileira de Futebol, CBF, o nome do quarto colocado. Para a reportagem, a informação que se vem da Federação é que nos próximos dias o dilema será resolvido. “Estamos em contato direto com a CBF e o quarto nome será definido em conjunto”, diz um dirigente federacionista, que no entanto, confirma que o União deverá mesmo ter seu nome homologado.

Em Rondonópolis a expectativa é grande e a diretoria reclama da morosidade da entidade máxima do futebol mato-grossense. Eles que quando mais demora, mais fica difícil o clube ter tempo e condições de montar um grande time para as competições do ano que vem. “O mercado está agitado, todo mundo procurando jogadores. Nós também precisamos saber se vamos disputar a Copa do Brasil para irmos em busca de bons reforços”, disse um dirigente.

As vagas mato-grossenses para a primeira fase da Copa Brasil garantem para cada clube participante, no mínimo R$ 525 mil. Em caso de avanço para a segunda fase, mais R$ 625 mil entram nos cofres. Na terceira fase, o valor chega a R$ 1,4 milhão

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