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Filho de mulher morta no Pedra 90 diz que assassinato pode estar ligado com dívida de drogas

Policiais destacaram que não podem afirmar com certeza se o casal era traficante ou usuário

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Poliana Maria de Lima Silva, de 37 anos, que trabalhava como motorista de aplicativo, foi encontrada morta junto com seu marido, Jose Gustavo Franca, de 28 anos, em Cuiabá. O corpo de Jose Gustavo foi descoberto dentro do porta-malas do veículo. Um dos filhos de Poliana, que mora em Pernambuco, sugeriu que a execução do casal poderia estar relacionada a uma dívida de drogas.

As investigações estão em andamento, e as autoridades estão analisando as imagens das câmeras de segurança para rastrear o percurso do carro, um Fiat Mob, e obter mais informações sobre o caso.

De acordo como o delegado Alexandre Vicente, o casal estava na cidade há cerca de três anos. Segundo informações da família, eles se mudaram para Cuiabá devido a problemas financeiros e conheceram uma pessoa enquanto estavam de férias, estabelecendo uma amizade. Ambos trabalhavam como motoristas de aplicativo e também estavam envolvidos na venda de carros.

Recentemente, Poliana estava realizando trabalhos temporários em uma loja no Shopping Fórmula. No entanto, as autoridades afirmaram que não receberam muitas informações significativas durante as investigações.

Um dos filhos de Poliana, que mora em Pernambuco, sugeriu que a execução do casal poderia estar relacionada a uma dívida de drogas. De acordo com ele, Jose Gustavo teria deixado dívidas pendentes em sua cidade natal antes de se mudar para Cuiabá. A polícia encontrou Poliana com porções de substâncias análogas à pasta básica de cocaína escondidas em seu sutiã, o que levanta suspeitas de envolvimento com drogas.

Embora as evidências sugiram uma possível conexão com o tráfico de drogas, as autoridades destacaram que não podem afirmar com certeza se o casal era traficante ou usuário, pois não há provas concretas no momento.

As investigações ainda estão em estágio inicial, e os depoimentos da filha e da madrinha de Poliana, que eram as pessoas mais próximas a ela, não forneceram informações substanciais sobre o envolvimento com drogas. A polícia continua a apurar os fatos para determinar a verdadeira natureza desse trágico incidente.

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