Emanuel Pinheiro se irrita com paralisação dos motoristas de ônibus e ameaça ir à Justiça

Emanuel Pinheiro também “estranhou” a paralisação neste momento, logo após a o lançamento do edital de licitação do transporte coletivo
Emanuel Pinheiro em onibus

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) está revoltado com os motoristas de ônibus que fazem o transporte coletivo dento da capital mato-grossense. Ele disse que a paralisação dos profissionais, que reclamam dos constantes atrasos salariais que acontecem há seis meses e que não receberam o pagamento do mês de maio, foi uma completa surpresa. “Eles iniciaram uma greve na surdina, não avisaram nada”, reclamou.

Revoltado com a decisão dos motoristas, que clamam por salários em dia, Pinheiro classificou o movimento de ilegal e avisou que se a categoria não retornar ainda hoje às atividades irá à Justiça de Mato Grosso, para garantir o funcionamento do serviço à sociedade cuiabana.

“O movimento é ilegal, uma vez que acontece sem o aviso prévio de 72h estabelecido por lei. O transporte público é um serviço essencial e também um direito social, portanto, 30% da frota deveria ser mantida em circulação”, disse o prefeito.

Emanuel Pinheiro também “estranhou” a paralisação neste momento, logo após a o lançamento do edital de licitação do transporte coletivo, procedimento que, segundo ele, não era realizado há 17 anos e que vai modernizar o transporte público de Cuiabá.

O prefeito determinou que o secretário Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Antenor Figueiredo, se reúna com representantes do sindicato dos Motoristas e das empresas para buscar uma solução para o retorno do transporte coletivo imediatamente.

“Indignado com a falta de respeito com a população, o prefeito Emanuel Pinheiro afirma que se as atividades do transporte coletivo não forem retomadas hoje, vai tomar providências na Justiça”, finaliza a nota de repúdio.

Segundo as informações da assessoria de Associação dos Transportadores Urbanos, a paralisação é de 100% dos veículos. O salário deveria ter sido pago na sexta-feira, o que não aconteceu.

As empresas estariam passando por dificuldades financeiras. Mesmo assim, prometeram tentar efetuar o pagamento ainda nesta segunda-feira.

Estima-se que mais de 300 mil pessoas utilizem o transporte público diariamente na capital.

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