CRM de Goiás cassa registro de médico do Doutor Bumbum

O médico Denis César Barros Furtado, fala à imprensa após ser preso na 16° Delegacia de Polícia, na Barra da Tijuca.
O médico Denis César Barros Furtado, fala à imprensa após ser preso na 16° Delegacia de Polícia, na Barra da Tijuca.

O médico Denis Cesar Barros Furtado, conhecido como Doutor Bumbum, responsável pela morte da bancária cuiabana Lilina Clixto, durante uma cirurgia em as casa, no Rio de Janeiro teve o registro profissional cassado nesta segunda-feira. O Conselho Regional de Medicina de Goiás (CRM-GO) publicou a cassação do registro do médico, acusado de matar uma paciente durante um procedimento estético no Rio de Janeiro.

Doutor Bumbum teve a prisão preventiva decretada pela Justiça do Rio, em julho de 2018, após a morte da bancária Lilian Calixto, 46 anos, que realizou um procedimento estético no apartamento do médico, na Barra da Tijuca, passou mal e foi levada para um hospital no mesmo bairro, onde morreu. Apesar de clinicar no Rio, o registro do Conselho Regional de Medicina (CRM) dele só tinha validade em Brasília e Goiás.

O pedido inicial de cassação do exercício profissional foi feito pelo CRM do Distrito Federal e referendado pelo Conselho Federal de Medicina no dia 24 de abril. Com ele, todos os conselhos regionais onde o médico atuava são obrigados a publicar a decisão para deixar registrado que Denis Furtado perdeu o direito de exercer a medicina.

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