CUIABÁ
19 de outubro de 2021 - 03:42

CPI da sonegação fiscal da AL quer ouvir presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan

Gaçvan foi acusado pelo filho de sonegação fiscal e uso irregular de recursos públicos
Antonio Galvan

Por Esportes & Notícias

O deputado estadual Carlos Avallone (PSDB),  membro da CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal da Assembleia Legislativa (ALMT), pediu o adiamento da votação do requerimento de convocação do presidente da Aprosoja Brasil,  Antônio Galvan para prestar esclarecimentos à comissão. O requerimento é de autoria do presidente da CPI, deputado estadual Wilson Santos (PSDB), e foi apresentado nesta segunda-feira (13).

Avallone justificou o adiamento da votação com a ausência do deputado Valmir Moretto (Republicanos) , que é quem cuida dos assuntos relacionados ao agronegócio.

“O relator da área do agronegócio é o Valmir Moretto (Republicanos) e ele pediu pra que essas decisões tivessem a participação dele. Ele estará aqui até quarta-feira (15) e vamos fazer uma reunião para discutir o assunto. Sou a favor (da convocação) de todos aqueles que estiverem envolvidos em algum tipo de denúncia e que precisa ser apurado”, destacou Avallone.

Galvan dará explicações referentes ao período em que presidiu a Aprosoja em Mato Grosso e sobre as acusações de corrupção que recaem sobre ele feitas pelo próprio filho. A CPI quer saber se tais irregularidades foram bancadas com recursos do Fethab, fundo que arrecada 1,15% do que cada produtor de soja e milho paga à associação. Além disso, invetisgar se neste período houve sonegação fiscal pro parte da associação.

“A CPI vai dar oportunidade a ele se explicar, afinal foi o próprio filho que disse que quando o pai presidiu a Aprosoja Mato Grosso, ele malversou recursos que são oriundos do Fethab, então são recursos públicos. A Controladoria Geral do Estado tem esse entendimento que são recursos públicos. Então, nós queremos esclarecimentos. São quase R$ 500 milhões que passaram pela Aprosoja, desde a criação do Fethab, em 2000”, explicou Wilson.

“É uma acusação muito grave feita pelo próprio filho e vamos dar a oportunidade dele se explicar. Ao mesmo tempo em que a sociedade quer saber se de fato esses recursos públicos foram utilizados de forma correta”, completou.

A CPI também vai requerer informações da Secretária Estadual de Fazenda (Sefaz) sobre todos os outros convênios firmados pelo estado com instituições privadas como a Aprosoja.

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