Contra corte de ponto, Sintep-MT confirma que vai à Justiça e diz que maioria das escolas estão paradas

Além disso, o Sintep contestou, nesta terça-feira (11) informações da Seduc de que a maioria das escolas estaduais já teria retomado às atividades com a volta aos aulas.
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Por Esportes & Notícias

Os trabalhadores da Secretaria de Educação de Mato Grosso (Seduc), que estão em greve desde o dia 27 de maio, autorizaram o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) a acionar a Justiça de Mato Grosso contra o corte de ponto dos servidores paralisados. Além disso, o Sintep contestou, nesta terça-feira informações da Seduc de que a maioria das escolas estaduais já teria retomado às atividades com a volta aos aulas.

“O documento oficio 73 de 2019 apresenta uma série de problemas porque ele não assegura em nenhum momento o cumprimento das nossas pautas, tais quais, a dobra do poder de compra, a garantia do chamamento do concurso publico e a resolução em relação aos habilitados para as vagas livres que ainda constam aqui na educação do Estado, mas apresenta e reafirma todas as ameaças. Nesse sentido, o conselho de representantes apontou para a necessidade de que nessa assembleia nos apresentássemos alguns dos encaminhamentos que estão sendo feitos pela nossa assessoria jurídica”, disse O presidente do Sintep em Mato Grosso, Valdeir Pereira.

O dirigente sindical afirmou ainda que os servidores que tiveram seus pontos cortados, deverão apresentar os holerites e movimentações bancárias dos últimos dois meses comprovando o desconto, para que possam assim acionar à Justiça.

“Você não apaga fogo jogando gasolina em cima e o governo fez isso, isso inflamou ainda mais a categoria de maneira que não há uma possível suspensão da greve sem a questão da negociação do ponto, é possível que a categoria ainda não retorne. O que nós buscamos é que o governo entenda que a greve aqui no estado de Mato Grosso ela é fato e não é com a pressão que está sendo colocado que ele vai conseguir, precisa negociar e apresentar propostas”, ressalta.

Ele lembrou ainda que a decisão do governador Mauro Mendes de cortar o ponto, quem se prejudica são os alunos, pois o professores não tem mais a obrigação de reporem as aulas.

“A partir do momento que o governo cortou o ponto, ele está desobrigando as pessoas a cumprirem qualquer sacrifício em relação a qualquer tipo de calendário letivo. Os profissionais vão voltar e cumprir a sua jornada normal, caso o governo não reponha o ponto é possível que o ano letivo de 2019 possa terminar no ano civil de 2020”.

Ele disse ainda que não procede a informação divulgada nesta terça-feira pela assessoria de imprensa da Seduc de que 361 escolas estaduais teriam retornado suas atividades. “Isso é uma mentira. Mais de 90% das escolas estaduais estão paradas”, completou

A categoria cobra do Governo o cumprimento da Lei 510/2013; pela convocação dos aprovados no Concurso Público 2017, além da infraestrutura para mais de 400 escolas.

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