Cidades do médio-norte e norte de MT decretam quarentena para pessoas acima de 60 anos

As aulas nas escolas públicas municipais e particulares também continuam suspensas e sem data para o retorno, com a decisão de uma nova avaliação sobre as medidas em 15 dias.
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Por Esportes & Notícias

Treze cidades situadas entre o médio norte e o norte de Mato Grosso decidiram endurecer a luta conta o coronavirus e decretaram quarentena total, mas só para pessoas acima de 60 anos que a patir de agora vão ser obrigadas a ficarem confinadas em suas casas. As celebrações religiosas que estavam liberadas ficam suspensas e o toque de recolher mantido.

A decisão de confinar os idosos em casa para evitar que eles sejam contaminados foi determinada pelas prefeituras de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Vera, Cláudia, Feliz Natal, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Nova Ubiratã, Santa Carmem, Santa Rita do Trivelato, Tapurah e União do Sul.

A quarentena começa esta segunda-feira e além das pessoas acima de 60 anos abrange também grupos de riscos como diabéticos e hipertensos. Também ficam suspensas atividades de lazer ou evento que cause aglomeração, tais como festas, confraternizações, shows, atividades esportivas em grupo, ainda que realizadas em âmbito domiciliar e em espaços públicos. Em algumas cidades, festas e eventos já estavam proibidas.As prefeituras decidiram ainda suspender cultos, missas e de quaisquer outras atividades religiosas presenciais, inclusive no que se refere às festividades

As aulas nas escolas públicas municipais e particulares também continuam suspensas e sem data para o retorno, com a decisão de uma nova avaliação sobre as medidas em 15 dias.

A medida foi definida pelos municípios do Consórcio Público de Saúde Vale do Teles Pires que acataram a notificação recomendatória dos promotores de Justiça das comarcas que abrangem as 15 cidades, citando medidas previstas na matriz de risco do Ministério da Saúde ou do Estado.
A restrição de atendimento de bares e tabacarias, somente permitindo serviços de delivery e pague e leve, com proibição de consumo no local também não foi acolhida. Outra recomendação que não será atendida é a criação de barreiras sanitárias. Segundo os prefeitos.

O consórcio ainda ressalta que cada município tem o compromisso de emitir novos decretos contendo as adequações necessárias e em seguida encaminhar os documentos às promotorias de justiça respectivas.

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