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Abílio estuda construção de hospital na região Sul de Cuiabá no lugar da Policlínica do Coxipó

Por enquanto, não há nada concreto e tudo está sendo estudado pelo prefeito
REPRODUÇÃO

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A secretária de Saúde de Cuiabá, Lúcia Helena Barboza Sampaio, afirmou nesta sexta-feira (10/1), em entrevista ao Programa Tribuna, da Vila Real FM, que o prefeito Abílio Brunini (PL) estuda a construção de um hospital na região Sul da capital mato-grossense. Porém, isto não é uma prioridade no momento e também dependerá de como funcionarão os novos hospitais que serão inaugurados.

“A Policlínica do Coxipó eu tenho um carinho especial, é triste vê-la do jeito que está. O prefeito Abílio tem a vontade de construir um hospital na região Sul, que tem a carência de serviço e ele pode ser erguido no lugar da policlínica. Mas isso ainda é um estudo. Não é uma prioridade. Temos que ver como vão funcionar os novos hospitais que o Governo do Estado irá inaugurar”, destacou a secretária.

O Governo do Estado está construindo outras unidades hospitalares em Cuiabá: o Hospital Central, que será entregue em 2025, e o novo Hospital Universitário Júlio Muller.

“O nosso objetivo é continuar fazendo a Saúde funcionar. E esses novos hospitais vão suprir os vácuos que ainda existem em algumas regiões do Estado. Vamos diminuir distâncias para o acesso à saúde e, principalmente, oferecer hospitais com o mesmo padrão de qualidade que os particulares”, destacou o governador Mauro Mendes.

Além disto, o governo também está erguendo quatro novos hospitais regionais, que devem ajudar a desafogar a Saúde em Cuiabá.  A obra que mais evoluiu no último ano foi a de Alta Floresta, que saiu de 33% de execução para 80%.

Lúcia afirmou que a Pasta enfrenta um “excesso de servidores” em algumas unidades e que medidas de redimensionamento serão adotadas para aprimorar a eficiência no atendimento à população.

De acordo com Lúcia Helena, é possível ampliar o atendimento básico, aumentando o número de consultas realizadas nas UBS, o que contribuiria para reduzir a demanda nas UPA.

A secretária também reforçou que há médicos suficientes para atender à demanda da rede e que a prioridade é retirar os casos de baixa complexidade das UPA, direcionando esses atendimentos para as UBS.

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