Abílio comemora liderança, mas prevê jogo baixo do prefeito Emanuel Pinheiro

Procurando ficar com os pés nos chão ele diz que ainda faltam quatro semanas para a eleição no primeiro turno, que pesquisas mudam a todo momento e que terá a partir de agora de se desdobrar ainda mais contra os adversários.
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Por Esportes & Notícias

Apesar das pesquisas de alguns institutos o colocar na primeira colocação na corrida à principal cadeira do Palácio Paiaguás, tirando de lá, seu maior inimigo, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) com quem acumulou polêmicas em seu primeiro mandato como vereador, Abílio Brunini Júnior (Podemos) que aposta na força do voto evangélico para ser o novo prefeito, não se entusiasma tanto com os resultados. Procurando ficar com os pés nos chão ele diz que ainda faltam quatro semanas para a eleição no primeiro turno, que pesquisas mudam a todo momento e que terá a partir de agora de se desdobrar ainda mais contra os adversários.

“Já ganhou’ é dia 15 de novembro, depois da votação ser apurada. O que a gente tem que fazer é continuar trabalhando para tirar essa turma do paletó e os paus mandados do prefeito do Alencastro. Não podemos parar um dia”, disse com a certeza de que está na frente dos concorrentes e que o eleitor quer mudanças.

“Se fosse uma pesquisa só, a gente ia achar muito suspeito. Isso é uma prova! Só agradeço à Deus e à população cuiabana, pelo apoio e confiança”.

Mas enquanto comemora os resultados das pesquisas e prepara uma agenda intensa de visitas a bairros nesta próxima semana, Abílio Brunini diz ter a certeza que faltando um mês para a eleição, seu principal adversário político vai fazer de tudo, jogar sujo de todas as maneiras para reverter a situação, embora ache difícil alguém com 55% de rejeição, segundo o Ibope, ter o poder de conseguir mudar os rumos desta eleição.

“Acho difícil de reverter o índice de rejeição do atual prefeito. Mesmo sabendo que agora vai começar a entrar o dinheiro na cidade. A partir de agora, eles vão contratar pessoas, vão dar combustível, vão fazer um monte de coisas”, afirmou ressaltando ter certeza que a concorrência será baixa. “Eu não sei como vai ser o jogo baixo. Mas, agora vão começar as fake news, os ataques, a calúnia, a difamação por parte dos outros candidatos. Tem que ver como vai ficar isso, e como isso vai interferir no voto popular. Eleição não tem como você prever. Só assistindo para ver agora”, disse.

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