Uma professora identificada como Adélia Cristina de Oliveira Batista de 49 anos, foi encontrada morta em uma represa localizada em uma propriedade rural dentro de um assentamento. O caso gerou forte comoção entre moradores, colegas de trabalho e familiares.
De acordo com informações preliminares, o corpo foi localizado por uma pessoa que esteve no local e, ao se deparar com a situação, acionou as autoridades de segurança.
As primeiras apurações indicam que o principal suspeito do crime seria um homem com quem a vítima mantinha um relacionamento. Ele fugiu após o ocorrido e segue sendo procurado pelas forças policiais.
A 14ª Companhia Independente de Bombeiro Militar de Juína foi acionada para realizar a retirada do corpo da represa. Após o resgate, a vítima foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) de Juína, onde passou por exame de necropsia que deverá confirmar oficialmente a causa da morte.
Durante os procedimentos iniciais, foram relatados indícios de agressões físicas e sinais de possível violência antes de o corpo ser encontrado na água. A Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) realizou os trabalhos de perícia no local, e as circunstâncias do caso serão analisadas para esclarecer a dinâmica do crime.
A Polícia Civil e a Polícia Militar seguem com diligências para localizar o suspeito e esclarecer todas as circunstâncias do ocorrido.
Em razão da morte da professora, a Secretaria Municipal de Educação suspendeu as aulas no período vespertino em toda a rede municipal. A ocorrência segue sob investigação da Polícia Civil.


















