O senador Jayme Campos declarou na noite de segunda-feira (6) que ainda não há uma decisão final sobre sua candidatura para as eleições de 2026. Ele reforçou que uma possível disputa ao Senado seria algo “natural”, mas afirmou que tem escutado da população que ele seria um grande candidato para qualquer cargo.
“Graças a Deus eu sou muito respaldado pela população. Onde eu tenho andado, com quem eu tenho conversado, todos têm na figura do Jayme Campos um grande candidato, tanto para senador quanto para governador”, disse.
Ele destacou que tem viajado por Mato Grosso para ouvir diversos segmentos da sociedade antes de tomar qualquer decisão definitiva.
“Eu não disse que sou pré-candidato. O que falei é que posso concorrer tanto ao Senado quanto ao governo. Tenho mantido diálogos importantes, quase como uma consulta à sociedade mato-grossense, seja com políticos, trabalhadores, empresários ou profissionais liberais. Eu costumo conversar diretamente com o povo. Não faço política de gabinete, onde poucas pessoas decidem em uma sala quem vai ser candidato”, explicou o senador.
Ele ainda ressaltou que essa forma de agir tem trazido bons resultados ao longo dos anos.
“Graças a Deus, sempre tive sucesso. Disputei seis eleições e venci todas elas. Portanto, minha candidatura ao Senado seria algo natural. Mas antes de qualquer definição, preciso ouvir a população, meu partido, o União Brasil, o governador, o vice, prefeitos, deputados e a militância, que é a maior do estado”, afirmou.
Embora Jayme tenha grande interesse em disputar o governo, o presidente do partido, Mauro Mendes, apoia o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como candidato ao Executivo estadual.
O senador ainda pontuou que as conversas sobre as eleições devem se intensificar no próximo ano, com o cenário político mais definido.
“Essa decisão deve ser tomada em 2026, pois ainda teremos mudanças, como fusões partidárias e a janela eleitoral em março. Faço política com diálogo e respeito. Sou grato pelo convite do governador Mauro Mendes, mas minha candidatura ao Senado é praticamente natural. É comum meu nome ser lembrado dentro do União Brasil”, concluiu.



















