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Plano para resgatar “intocável do pó” é frustrado pelas forças de segurança

Ele se auto intitulava intocável, inalcançável, pelas forças de Segurança Pública

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Um esquema montado para resgatar o “intocável do pó”, nesta quarta-feira (02) foi desarticulado pela polícia. Thiago foi preso nesta quarta-feira (02) em Mirassol d’Oeste, onde tem uma empresa de logística, registrada no nome da mãe dele. Thiago é apontado como suposto dono da TPX Comércio Transporte e Serviços LTDA, desde junho de 2020. O capital inicial da empresa soma cerca de R$ 110.000,00. Thiago, atualmente, não tem nenhum sócio vinculado ao CNPJ.

Ao todo na operação foram quatro mandados de prisão e outros 13 de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Criminal de Cáceres, nas cidades de Mirassol d’Oeste, Porto Esperidião e Sapezal, situadas a 297, 323 e 510 Km de Cuiabá, respectivamente. Entre os alvos estava exatamente o “intocável” do pó, suspeito que deu nome à operação. Ele se autointitulava intocável, inalcançável, pelas forças de Segurança Pública e se gabava desse fato, dizendo que nem a Polícia Federal poderia pegá-lo.

Horas após ser preso, as inteligência das polícias descobriram o plano que resgataria o “intocável”, que seria levado para a unidade prisional Mirassol D’Oeste. O esquema contaria com pelo menos 15 homens armados. A possibilidade fez com que Bope, Polícia Civil e Ciopaer fizessem, às pressas, a transferência do traficante.

A operação

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (2), em Mato Grosso, a Operação Intocável, com o objetivo de desarticular uma e organização criminosa especializada em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, na região oeste do Estado. Foram quatro mandados de prisão e outros 13 de busca e apreensão. Foram expedidas ainda ordens de sequestro de bens e valores, incluindo veículos, aeronaves, gado, fazenda e aeronaves, pertencentes ao principal investigado da operação e registrados em nome de terceiros e familiares, utilizados como “testas de ferro” pelo indiciado.

Segundo a PF, durante as investigações, foi constatado que os integrantes da quadrilha apresentavam um padrão financeiro totalmente incompatível com as rendas declaradas por eles, mantendo uma vida de ostentação, com direito a viagens de luxo e veículos de alto padrão.

Veja vídeo:

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