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Secretário afirma que estado não comprou trens e sim VLT completo: “Não houve entrega”

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A suposta venda dos vagões do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) voltou a ser negado pelo governo novamente. Desta vez, quem respondeu sobre o caso foi o secretário-chefe da Casa Civil Rogério Gallo, em entrevista à Rádio Jovem Pan Cuiabá. As composições, conforme ele, seguem com o consórcio.

Segundo o chefe da Casa Civil, a obra do VLT seguiu o Regime Diferenciado de Contratação (RDC). Sendo assim, o modal deveria ser entregue em funcionamento, o que não é caso.

“Não tem funcionalidade, como os trilhos estocados em Várzea Grande e os vagões, continuam sob a tutela da empresa, porque o contrato foi rompido por culpa dela e eles não servem para o Estado. Vamos fazer o que com aqueles vagões?”, disse Gallo.

Mais uma vez, Gallo pontua que os vagões pertencem às empresas. “Não temos nada a ver com o Governo do Rio de Janeiro ou com qualquer outra empresa. Não compramos trens, compramos um sistema de VLT em funcionamento e depois de testado haveria o recebimento por parte do Estado. Quando houve rompimento do contrato em 2017, por culpa da contratada, a Lei de Licitações diz que a parte que deu causa ao rompimento deve indenizar a outra”, acrescentou.

Há duas semanas, foi divulgado que o Estado estaria negociando a venda dos trens com a Prefeitura do Rio de Janeiro. Uma comitiva chegou a visitar o Centro de Manutenções em Várzea Grande para vistoriar os vagões, o que foi confirmado, inclusive, por um dos secretários da Cidade Maravilhosa.  Porém, Mauro Mendes (União) negou a articulação.

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