Por Esportes & Notícias
Parado desde o início da pandemia do coronavírus, no final de fevereiro, o Operário de Várzea Grande vive um dilema neste início de pré-temporada visando a volta do futebol. O clube está inscrito para a Série D do Campeonato Brasileiro e sem recursos financeiras, a diretoria ainda não sabe bem o que terá de fazer para ter um time altamente competitivo e em condições de buscar uma vaga para a Série C do ano que vem.
O presidente do cube, Eder Taques vem mantendo contatos com apoiadores da agremiação, principalmente a família Campos, através de Dudu Campos, na tentativa de viabilizar contratações de grande porte para que o time possa brigar por uma boa colocação na competição, que terá início em setembro.
Taques reconhece que a volta às atividades deverá começar do zero, pois o time, hoje, sequer tem um elenco. Tão logo aconteceu a paralisação do Estadual devido a pandemia da Covid-19, o Operário, sem condições de manter os jogadores em Várzea Grande liberou todo o elenco e, inclusive, o treinador Luiz Gabardo Júnior. Em recentes conversas com a comissão técnica e alguns jogadores já existe a grande suspeita de que ninguém voltará para o complemento da temporada.
Diante da situação e com parcos recursos e ainda a falta de patrocinadores, o Operário deverá apelar a sua base para a disputa a Série D, disse o dirigente.
“Pela questão de patrocínio, essas coisas, estamos pensando em usar jogadores aqui da região, uma comissão técnica talvez daqui também. Tudo vai depender da situação financeira, vamos definindo aos poucos de acordo com as condições, mas o time vai participar. Nós não temos condições de fazer proposta, agora, para ninguém. Tudo depende de dinheiro, os jogadores foram todos liberados, não ficou jogador com contrato com o clube, eles têm liberdade para jogar em outro lugar”, disse o presidente.
“Primeiro vamos ter que contratar um treinador, montar uma comissão técnica para ver como vamos fazer. Enquanto isso tem outros jogadores que vão ser liberados de outros times, a Série D vai ter muito jogador disponível. Temos que pensar na parte financeira, como vamos pagar, não adianta prometer”, disparou Eder Taques.


















